16 junho, 2007
então calo-me até a última hora, aquela em que meu corpo já não consegue mais conter tanto ardor; mas se for preciso meu sangue, o derramarei, pois a inquietude é, de todas as dores, a maior, mais intensa e perturbadora que já provei. que do térreo, meu bem, nem os pés fincados em terra vermelha eu quero, quero apenas a cor e o cheiro, os pés eu deixo. ah, os pés... os que me lembraram tantas vezes das agulhadas em que me atentei, que me tiraram um tanto dos risos e que me fizeram enxergar o que não agrada à alma. fiz-me assim, de pé, com o pé. mas já não adianta mais os deixar, ficou intrínseco no meu ser a sensação opaca do crescer.
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3 comentários:
Oi bixo
Bacana por aqui, sempre que possivel voltarei.
Um racadinho:
Viva sua vida e de quem voce gosta o resto deixe pra lá, nao vale a pena notar certas coisas.
bjao, cuide-se
tamo
AH
SOU
EU
MANIKA
nada como um dia depois do outro....
gostei desse novo mundo que você está... beijão.
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