quem nao sente, pra mim, não existe.
30 maio, 2011
27 maio, 2011
nenhum entorpecente... ainda.
ao meio dia da sexta feira, meu olhar fica vago.
falta algo. falta muito.
é tudo tão pouco, tão oco.
26 maio, 2011
que triste os que permanecem com a mesma idéia por anos.
não acho persistencia, acho cabresto.
já mudei tanto de idéia. mudo sempre.
gostar sempre das mesmas coisas cansa.
não me preocupo com a rotina concreta,
me preocupo com pensamentos, conceitos, crenças rotineiras.
adestrar o pensamento. sempre a mesma coisa, sobre os mesmos
temas e... que saco.
flutuar entre tudo é tão mais gostoso.
posso ser muitas, quantas eu quiser. posso ser eu, não personagem.
mergulho em mim, sou o que desejo, naquele segundo.
não sou só, vou sendo.
19 maio, 2011
todo mundo tem direito à confusão.
permita-se ficar confuso. ah....
cair em si, analisar, se enxergar.
confusão.
17 maio, 2011
vou olhar pra tua foto até pegar nojo.
a coloquei proxima, pra olhar bem, todos os dias.
quero alimentar o asco. lembrar dos fatos,
da indiferença, da prepotencia.
eu tentaria explicar qualquer coisa,
qualquer sentimento.
ditar a rotina, tentar fazer melodia.
~fantasiar~
acontece que o meio termo é tão medíocre
que nem palavras existem. é o automático.
seguindo só, só.
desinteressei. nada me surpreende.
apatia. to indo. sei que to seguindo.
to me enquadrando, não sei onde, mas to indo.
não sei quem eu sou. não me interessa.
deixei o mundo explodindo e saí andando.
já não me importo.
o não se importar dói mais que qualquer outra coisa que eu já senti.
o triste nao é tão triste quanto o cansar.
soltar as mãos. sem expressões.
não sei se isso faz parte de endurecer,
se isso foi ligar o 'foda-se',
se faz parte do mundo adulto.
sei que é nada. nada me toca.
a pele que sentia a flor, criou casco.
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