eu nao preciso estar aí pra saber que hoje,
nessas paredes que te cercam, escorrem lagrimas de tanta confusão.
eu nao preciso chegar perto pra saber
que vai doer na tua carne o mal que se fez.
eu nao preciso cercar pra saber que você não sustenta o que diz.
aqui nao, meu bem, aqui a palavra ta alinhada com a atitude,
aqui a gente reflete o que se é, de fato. não tem mistério,
nao tem mentira, aqui a raiz é forte. e eu broto pelos poros,
floresço na pós tempestade.
30 outubro, 2017
25 março, 2017
ela não é pra ninguém,
por ninguém. é (in)tensa.
é tudo demais e não, não é pra ninguém
chega em casa trocando passos,
às vezes soluçando, ora de gargalhadas,
ora de tantas lágrimas
não é era sobre ninguém
era mais sobre ela, sobre o que se espera,
sobre o que anseia. mas não é pra ninguém.
é muita verdade,
nenhum segredo,
quase nada de mistério,
é crua, sem moldura.
por ninguém. é (in)tensa.
é tudo demais e não, não é pra ninguém
chega em casa trocando passos,
às vezes soluçando, ora de gargalhadas,
ora de tantas lágrimas
não é era sobre ninguém
era mais sobre ela, sobre o que se espera,
sobre o que anseia. mas não é pra ninguém.
é muita verdade,
nenhum segredo,
quase nada de mistério,
é crua, sem moldura.
23 março, 2017
eu já estive aí, meu bem
sentada nessa montanha de ego
já ri, olhando a movimentação
já almejei um lugar que não se almeja, se conquista sem pretensão
mas a gente demora pra perceber que juba
boa mesmo é aquela verdadeira, com raízes e
pessoas de verdade. que quantidade, ah, que vazio.
eu já estive nesse raso,
não muito pq nunca me coube o pouco,
já tentei outras vezes mas não é pra mim.
eu gosto do que vai fundo, sem medo de estilhaçar o crânio
eu gosto é de coragem, de sorriso largo e abraço verdadeiro
a montanha do ego é oca
sentada nessa montanha de ego
já ri, olhando a movimentação
já almejei um lugar que não se almeja, se conquista sem pretensão
mas a gente demora pra perceber que juba
boa mesmo é aquela verdadeira, com raízes e
pessoas de verdade. que quantidade, ah, que vazio.
eu já estive nesse raso,
não muito pq nunca me coube o pouco,
já tentei outras vezes mas não é pra mim.
eu gosto do que vai fundo, sem medo de estilhaçar o crânio
eu gosto é de coragem, de sorriso largo e abraço verdadeiro
a montanha do ego é oca
06 setembro, 2016
Passaram-se 3 horas e eu não percebi,
Era tanta lágrima escorrendo dos meus olhos
Que mal consegui ver as horas.
Doeu. A manipulação doeu,
O descaso, doeu.
A indiferença, doeu.
Eu tenho nas mãos a mais verdadeira vontade de mudar tudo,
No peito, o amor gigante que nunca havia sentido,
Nos olhos, a tristeza dos murros que dei na ponta da faca,
Nos dedos, o sangue que escorria sem cessar.
Era tanta lágrima escorrendo dos meus olhos
Que mal consegui ver as horas.
Doeu. A manipulação doeu,
O descaso, doeu.
A indiferença, doeu.
Eu tenho nas mãos a mais verdadeira vontade de mudar tudo,
No peito, o amor gigante que nunca havia sentido,
Nos olhos, a tristeza dos murros que dei na ponta da faca,
Nos dedos, o sangue que escorria sem cessar.
09 agosto, 2016
eu nem sei como começar
mas a verdade é que no meu peito,
agora, tem um rombo.
um vazio que aperta tão forte
me sufoca,
vaza pelos olhos, por horas.
eu nem sei como dizer
mas eu sei que você nunca me amou,
a cama era vazia, mesmo você apagado ao lado
eu estava sempre sozinha,
me perguntando se eu amava por dois.
não posso,
não devo e, principalmente,
não mereço.
tenho a verdade nos olhos
e a lealdade na conduta,
você mente olhando nos olhos
e é traidor.
o nosso caráter é antagônico.
mas a verdade é que no meu peito,
agora, tem um rombo.
um vazio que aperta tão forte
me sufoca,
vaza pelos olhos, por horas.
eu nem sei como dizer
mas eu sei que você nunca me amou,
a cama era vazia, mesmo você apagado ao lado
eu estava sempre sozinha,
me perguntando se eu amava por dois.
não posso,
não devo e, principalmente,
não mereço.
tenho a verdade nos olhos
e a lealdade na conduta,
você mente olhando nos olhos
e é traidor.
o nosso caráter é antagônico.
25 julho, 2016
o teu silencio rasga a minha carne,
me deixa desolada e paralisada.
o teu silencio ecoa a todo instante.
me ensina a ignorar 2 anos e muitas historias,
me ensina a jogar areia em cima de tanto sentimento e expectativa
me deixa desolada e paralisada.
o teu silencio ecoa a todo instante.
me ensina a ignorar 2 anos e muitas historias,
me ensina a jogar areia em cima de tanto sentimento e expectativa
23 julho, 2016
cade a diferença?
e a indiferença?
ah, se tu soubesse o tanto de sentimento que tenho aqui.
que me dói lembrar o cheiro das noites que dividi os lençóis contigo,
que me explode o peito lembrar das manhãs em que nos roçamos,
e nos amamos, e sorrimos, sem dizer nada, so grunhidos.
e depois um café, bem cheiroso
ah, se tu soubesse o tanto de amor que tenho por esse sorriso,
por esse tom de voz,
por essa calmaria de fachada.
o tanto que o encaixe do meu corpo no teu é certeiro,
o quanto o calor do teu corpo me acalma.
ah, preto, se tu soubesse o quanto eu te quero,
eu quanto eu desejei,
o tantão que sangro por você.
e se tu soubesse o quanto de amor cabe em mim
que transbordo por aí, a ponto de encher rios de tristeza
e a indiferença?
ah, se tu soubesse o tanto de sentimento que tenho aqui.
que me dói lembrar o cheiro das noites que dividi os lençóis contigo,
que me explode o peito lembrar das manhãs em que nos roçamos,
e nos amamos, e sorrimos, sem dizer nada, so grunhidos.
e depois um café, bem cheiroso
ah, se tu soubesse o tanto de amor que tenho por esse sorriso,
por esse tom de voz,
por essa calmaria de fachada.
o tanto que o encaixe do meu corpo no teu é certeiro,
o quanto o calor do teu corpo me acalma.
ah, preto, se tu soubesse o quanto eu te quero,
eu quanto eu desejei,
o tantão que sangro por você.
e se tu soubesse o quanto de amor cabe em mim
que transbordo por aí, a ponto de encher rios de tristeza
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