23 março, 2010

ensaio.


14 março, 2010

ensaios de despedida.


se fosse realmente traduzir em palavras o que se passa dentro da minha cabeça, não haveriam tantas.
ah... se fosse possível. nessas horas, recorro às imagens que tanto preciso pra viver. ha momentos que só
elas e só.

04 novembro, 2009

só existe uma pessoa capaz de me acalmar
e, por 'coincidencia' é a mesma única capaz de me levar até o inferno.

02 novembro, 2009


é o que tem pra hoje, amanhã, agora.
um pouco de tudo e tudo de confusão.
uma falta de hormonia unida à descargas intensas
de neurotransmissores. tudo muito, quase nada.

28 outubro, 2009

e eu que sempre repeti aos ventos
que era uma pessoa que nao tinha
mtas esperanças... não que merda eu
estava pensando pra afirmar um mentira
ridicula dessa.
se as pessoas me vissem pela manha, quando
acordo, sozinha, vendo o sol na janela aberta,
sentindo a brisa que o ventilador produz...
acordo todos os dias como uma menina de pouca
idade, que sorri pra vida e tem esperança
de que tudo se colorirá.
acredito que me olharei no espelho e me sentirei
melhor, acredito em nós, acredito no amor e na
liberdade, acredito no diálogo, nas minhas pernas,
nos meus olhos, no meu dedo que clicka. acredito
em todas as minhas vontades. sinto tudo de maneira
leve, chamo meu gato na cama, fumo um cigarro sem
culpa, sou preguiçosa. mas daquelas que sorriem
por causa da preguiça e que vai, assim, sem culpa msmo.

gosto de mim de manhã, qunado a minha manhã
é realmente minha por prazer. quando o céu tá azul
da cor dos olhos do meu pai e as arvores da cor
dos olhos da minha mãe. quando sol brilha tanto
quanto o sorriso do meu irmão.
mas isso tudo tem durado tao míseros minutos
que chega a bater desespero só de lembrar da paz. ahn?
é, sei lá. minha vida se transforma no inferno em poucos
segundos, bagunça e desorganiza tudo.
espero que dessa vez nao dure mto.

26 outubro, 2009

tá tudo tão 'depois eu arrumo' que inclui o blog
nisso tudo. vou, pixando as paredes pela metade,
sujando de migalhas o chão.
'depois eu limpo'
céus, como detesto ver minhas coisas pelo chão...

25 outubro, 2009

prometo todos os dias voltar a deixar
algumas palavras aqui.
faço lista dos assuntos e acredito que
vou levar a sério, mesmo que só pra mim.
todo dia penso em escrever sobre a minha
família, sobre o que pensam as mulheres
que conheço, sobre qualquer coisa, sobre
me expor.. penso sempre nas palavras, são muitas.
tem dias que elas despencam dos meus lábios,
as deixo cair, inclusive, em qualquer lugar.
todos os dias penso em tudo e sinto exatamente
na msma intensidade todos os reflexos que as cargas
hormonais e agitos de neurotransmissores. sinto
a ausencia de tudo, penso no vazio.

todo dia eu choro, de alegria, de vergonha, de tristeza,
de raiva, de ódio, de ansiedade, de angustia. todo dia
isso tudo ao msmo tempo.
penso em como somatizo tudo que sinto e como me autodestruo,
consciente e insconscientemente.
todos os dias faço questão de me colocar em choque cm algum
sentimento. me permito, ao menos uma vez por dia,
pq sempre penso que preciso me sentir viva
mas no fundo, me sinto um zumbi.
todos os dias eu penso em nd e imagino mto. todos os dias
eu penso em tudo que me rodeia, sinto tudo, quero tudo.
todos os dias sou muitas. e sei exatamente quando elas surgem,
pq, como... mas todos os dias penso em nao pensar em racionalizar
tanto, penso que preciso sentir.