06 setembro, 2010

nome disso tudo é um só: confusão.

01 junho, 2010

OPA! resposta errada.
feedback #fail. tá, a gente tenta mais uma vez.
insistir é burrice, mas quem nao gosta?
nesse inverno, cinza tende a predominar.
momento pra olhar de fora e depois tentar
encaixar as palavras nas frases picadas.
o que é meu por determinação, não me agrada.
desdenho, torço o nariz, testo, fujo, analiso... afasto.
quero o que não me diz respeito, o que não me cabe,
o que foge, o que desconcerta, o que tá distante.
sempre to na contramão, sempre no meio de furacão.

02 maio, 2010

nada como um conflito pra despertar.
a minha ingenuidade é escrota.
é incrivel como eu aprendi mesmo a deixar transparecer outra coisa.
consegui, de alguma maneira bizarra, esconder a fragilidade extrema.
hoje em dia, até acho vantagem nesse muro espesso que construí,
seria brutal me deixar em carne viva, sempre. deixo pulsar a carne,
mas escondo qualquer vestigio.
tem época que acordo e resolvo me matar.
por dias, meu corpo entra em colapso, anunciando a falencia,
cria anticorpos contra ele msmo.
me anestesia por mais outros dias, abro os olhos mas nao entendo nada,
mais durmo que fico acordada, meu raciocínio diminui,
meu corpo começa a inchar, minha mente parece camera lenta.
passa a nao digerir. NADA. me isolo. me sinto sozinha.
lentamente penso em cada detalhe, mas nao costumo falar sobre.
na verdade, nao falo sobre nada. mergulho em mim e por lá eu fico.
sem saber por quanto tempo.